Depois do regresso de Breda, toca a ir a casa, largar a tralha de viagem, e rumar a casa do Miguel, mais conhecido como o Ninja das Caldas, que esta semana ficou um ano mais velho.
Claro que o caminho para la nao podia ser desprovido de problemas, e comeco a ficar mais a vontade em Haia, deixei o GPS em casa. Erro crasso! Fui parar a milhas da casa dele, saindo numa paragem com o mesmo nome mas que nao fica nem perto daquela que era suposto. Ainda por cima trazendo um blusao leve e a fazer um frio de rachar... Grande concentracao de tugas, obviamente, e da namorada -sim,namorada- que foi aqui anteriormente referida no episodio "Der Pater".Estava la tambem uma amiga dela, mas nao era o Predador, mas sim uma holandesa com pinta de alema, ou alema com pinta de holandesa. Ainda nao percebi bem. Alias, ainda nem consigo perceber bem o nome dela. Mas isso nao interessa: o que e importante e que e uma miuda porreira e simpatica. Antes que comece a receber mails a pedir o numero de telefone dela, aviso ja que tem namorado.... :-D
As duas estranjas presentes tinham como caracteristica comum o facto de ja terem estado em Portugal e de arranharem o portugues. Bem mais do que nos a arranhar o holandes, esse estranho linguajar local.
Como cheguei bem passado da hora prevista, ja apanhei pouco do ponto alto culinario da noite: chourico assado em alcool. A peixa deve-se ter desforrado a grande! Tive de me refugiar no Brie que uma das estranjas trouxe, e na salada grega que por la andava. E nas azeitonas!
O principio da noite foi soft, porque havia alguns elementos que fizeram do portatil a estrela da noite, tanto para acompanhar o jogo do sporting, como para jogar PES6. Parecia uma festa de juvenis. E as coitadas das miudas holandesas a morrer de tedio num canto. La chegou a hora de lhe dar a prenda (um iPod todo paneleiro) e apagar as velas. Ele teve direito a um bolo austriaco, porque esta miuda estraga-o com miminhos. Por ele, podia ter sido bolacha maria, mas o resto dos convivas agradeceu. A seguir, comecaram logo as desistencias. "Ah e tal, doi me aqui, tou cansado pq existo, e as desculpas do costume..."
Do nada, surge um movimento de rebeliao, reune-se um nucleo duro e decide-se ir sair! Arruma-se a casa num «estante», e ruma-se ao One Four.
La dentro, comecam os ataque de torcicolo. E nao fui eu que fiz tal afirmacao. Tavamos bem acompanhados (diminutivo, como podem ver pelas imagens anexas) mas a verdade e que aquilo parecia um aeroporto em hora de ponta. A musica e que pronto, estava ao melhor nivel....de um bar de Xabregas. De facto, aqui so ha 2 tipos de DJs: o DJ Tiesto, e os merdosos. Dancamos, pulamos, e abanamos o capacete, na medida do possivel, mas a verdade e que curtimos a brava.
A saida, eu tive de dar uma corrida nocturna para apanhar o Nachtbus -aquele que me deixou apeado da outra vez- senao era uma hora ao frio, ou meia hora a andar pra Scheveningen. Sorte ( ou melhor, velocidade) e consegui apanha-lo res-ves!
domingo, 17 de dezembro de 2006
Aniversario do Ninja das Caldas
Breda e a Ervilha Maravilha
Dia de conhecer Breda, a cidade onde se encontra a Tita, a Ervilha Maravilha. Uma
hora de comboio a partir de Haia. E claro esta, o tempo nao ajudou. Breda é uma pequena cidade estudantil no sul da Holanda, e a Tita a mesma coisa. :-) Uma risonha estudante de turismo, leia-se turista, tipo tamagotchi para a escala holandesa, perdida no sul deste pais cheio de agua.
A Tita do blog ao lado, e uma portuguesinha electrica e animada a fazer o seu ano de Erasmus, que tem a particularidade de nao comer fritos, mas dar forte e feio nos gelados. Embora eu esteja supostamente em contencao calorica, nunca me nego a acompanhar um portuga numa manobra destas, e resolvemos experimentar os gelados australianos (sim, da terra dos cangurus) que existem em algumas cidades aqui da Holanda. E nao e que sao bons de verdade?
Mais umas voltinhas, e vimos umas coisas curiosas: a nova versao do modelo do meu carro parado em frente a uma loja de comida turca. Quando me viram a espreitar la pra dentro, ainda se meteram comigo no gozo, e quando vi a pinta do dono do carro ( e da loja) percebi que estava prestes a entrar num episodio dos Sopranos. Pouco mais a frente, fomos a uma loja de bebidas alcoolicas, para eu levar para a festa dessa noite, em busca de Absolut Vanilla. Nao havia, trouxe Absolut Raspberry. Quando estavamos na fila para pagar, a senhora da frente, vira-se para nos com um sorriso e pergunta: "Desculpem la, mas posso perguntar que lingua é que estao a falar?
E portugues. Eu sei que e dificil de acreditar, mas eu juro a pes juntos que e uma lingua latina..." respondi eu. E depois, a Tita e eu passamos o quarto de hora seguinte a rir.
A cidade pouco mais tem que um centro cheio de lojas, agora no natal cheias de gente atarefada a comprar de tudo um pouco, e um par de igrejas, junto de um parque muito bem cuidado, cheio de lagos e patinhos. E chuva, muita chuva. Mas isso vem de brinde...
Foi mais uma visita relampago, porque ela tinha que estudar holandes para um exame, e eu tinha de regressar a Haia para os anos do Miguel.
Mais uma tuga perdida na terra das socas!
sábado, 16 de dezembro de 2006
Desembarque em Roterdao
Este fds vou ficar em Haia, coisa rara. Fim de tarde na Orange, toca a combinar a saida. Tudo a cortar-se "ah e tal, ontem foi o jantar da empresa, tamos todos partidos...." . Tava prestes a partir pro plano de contingencia, quando aparece a Peixa, toda electrica gracas a um Smirnoff Ice que lhe tinham dado numa festa de despedida de alguem e declaro a plenos pulmoes que queria "ir comer chouricos a Roterdao!". Bom, nao e propriamente o meu plano perfeito de sexta feira a noite, mas nunca nego uma ciencia que desconheco. Da praki, puxa pra ali, ela arranjou um 31 que todos os tugas da LaranjaElectronica foram parar a Roterdao, em busca do Cafe Lisboa. Ate os que ja estavam em casa, a curtir a noite pacificamente. E ainda nos acompanhou o Pierluca, o italiano XL que comeca a ser o portuga honorario.
Uma vez chegados la, aquilo tava ao barrote. Dado o indice de fomeca da malta, rumamos a outro destino, e acabamos num restaurante de barbecue. Acabamos por descobrir que havia igual em Scheveningen; pouco importa, o essencial e que enfiamos o dente na bela da chicha. Levantamos ferro, e fomos de novo ao café Lisboa para a bela da bica. Nicola, nem mais.... Aaaaah, isto sim! É tecnologia cafezal! E depois, regressamos a Haia, de facto, todos podres...
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
Mais RAM
Andei a mendigar mais um mega de RAM para o meu Dell do trabalho (que de facto da muito jeitinho) e ele mandou me comprar a cena, instalar, e meter nas despesas do final do mes. Desde que nao de trabalho, ele nao e furreta.
Encontrar a memoria e q ja nao foi tao facil: SO-DIMMs de 533Mhz e 1Gb nao sao faceis de encontrar. Mandei vir pela net, e tive de o ir buscar aos correios. Chegado a LaranjaElectronica, aula de bricolage: toca de desmontar o Dell. Tirar uma tampa, enfiar a placa no slot, fazer clic, fechar a tampa e ja ta.... Julgava eu.
Ao arrancar, a bios da me um erro de que a memoria tinha sido mudada....e para. Para alem da informacao ter sido muito util, ia me dando um treco. Desmonta, remonta, tira, mete, poe. Sempre a bloquear. Fui a outro pc, sacar os manuais tecnicos da net. Nada. Nem o erro se encontra descrito. Fez se luz no meu espirito, remontei tudo e esperei. Depois de 30 segundos, ele arrancou normalmente. Puf, q alivio....
E de facto, faz uma diferenca: consigo ter 4 ficheiros de 400 megas abertos no windows, e ele nem pestaneja.... Agora e q vai ser sempre a abrir para cruzar dados!
Bom, e o firefox tambem agradece! :-D
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
Comecar a semana em beleza
Depois de outro fim de semana blitzkrieg em Lisboa, ja com laivos de natal, toca de repetir o ritual madrugador do voo TP668, das 7h45. Desta vez, a sala de embarque era diferente: será que finalmente iriamos passar a embarcar por manga em vez de apanhar o Tó Carro para chegar ao aviao? Era bom. Nao era no mesmo sitio, mas apanhamos o To Carro a mesma. Delirio matinal, que querem... As 6h45 da manha, nenhum portugues está com as meninges a carburar convenientemente.
Já dentro do aviao, com o atraso costumeiro (do avião, note-se). o comandante comecou a despejar uma grande lenga-lenga, a avisar que estavamos atrasados, e que se devia a dois passageiros vindos de Bogotá, e cujo vôo estava atrasado. Se demorassem muito, teriam de descarregar as malas, por razoes de seguranca. Passado uns minutos, viu-se chegar um To Carro gigante, de onde saiu um casal de Apaches carregados de sacos de plastico gigantes. La subiram a bordo, e de facto os sacos de plasticos eram tao grandes que as hospedeiras tiveram de guardar aquilo algures la pra dentro, que nao cabiam nas bagageiras normais.
E la arrancamos nos pra Schiphol.
A chegada, saio do aviao, e comeco a palmilhar o Terminal 2 rumo a saida. Quando estou a chegar ao hall dos freeshops, um gajo passa a minha frente com uma fita igual ao da Brigada de Transito, e bloqueia o terminal. Espantado, olha mais para a frente, e estava alguem deitado 4 metros mais a frente, rodeado de segurancas. Como estava a chover, todas as pessoas estavam com os blusoes de chuva verdes e amarelos fluorescentes do aeroporto de Schiphol. Pouco depois, chegou um medico a civil, que comecou a comandar as operacoes de reanimacao. Eu nao percebo -e sinceramente quero continuar a nao perceber- nada de reanimacao, mas dava para perceber que aquilo nao tava facil. Entretanto, este incidente tinha acontecido no unico sitio que pode bloquear totalmente o terminal 2. 10h da manha num dos aeroportos mais dinamicos da europa, claro que podem imaginar que se tinha acumulado uma multidao de cada lado do tunel. No entanto, um silencio sepulcral. Ja de si, coisa rara num aeroporto, muito menos quando se provocam atrasos. As pessoas ate se afastavam para telefonar a dizer que estavam atrasadas. As unicas pessoas que falavam normalmente era a equipa que rodeava o infeliz viajante, e a seguranca, que estava constantemente agarrada aos walkie-talkies. Os "reforcos" das equipas de socorro nunca vieram de dentro do edificio do aeroporto. Vinham de carrinha ate uma manga que se encontrava ali perto, e subiam pelas escadas. Assim com o primeiro medico, e com a ambulancia peso-pesado que chegou mais tarde. Ao todo, as manobras de reanimacao tiveram 3 fases bem distintas, e estiveram pelo menos 10 pessoas envolvidas. A seguranca, finalmente, deu ordens para as hospedeiras de terra segurarem umas mantas na vertical dos dois lados do incidente. Correcto, mas apenas tornou o espectaculo mais escabroso. Continuava-se a ver os pes da vitima a oscilar ao ritmo da massagem cardiaca, e a ver os movimentos da equipa de reanimacao a tirar os instrumentos da mala. A situaca era delicada obviamente, mas a precisao e a frieza da ultima equipa a chegar ao local e que deixou uma estranha sensacao. Eficazes, sim, mas tornam todo aquele circo a coisa mais banal do mundo. Experiencia numa situacao destas significa que ja muitos por ali ficaram. E os milhares de passageiros que ali passam nem fazem ideia que alguns deles ficam pelo caminho. Uma coisa e certa: ao ver ao vivo e a cores este genero de situacoes, acabam-se logo os argumentos do tipo "ah e tal, eu prefiro viver a minha vida na boa, se quinar mais cedo, vou de barriga cheia e bemvivido". Nao vi ali ninguem a dizer ao americano gordo "Porreiro, curtiste a brava, assim e q e!" Tudo branco, estatico, laconico. Pela esquerda, apareceram 3 freiras, e mais tarde um padre, juntaram-se a um canto e comecaram a rezar em silencio. Eles bem que lutaram, mas aquele passageiro nao chegou a porta de embarque. Eu nao sabia, mas fiquei a saber da pior maneira, que no andar de baixo das malas da equipa de paramedicos existe um lencol branco.
Desmontado o arsenal, eu e os dois italianos, que me viram e vieram ter comigo, seguimos para a Orange. Para comecar mais uma semana de trabalho, com alto nivel de felicidade e motivacao.
Ja passou..... Passou?
Ao comentar o sucedido com os portugas da LaranjaElectronica, alguem disse que um dos segurancas velhotes da Orange tinha falecido de ataque cardiaco no seu posto de trabalho durante o fim de semana. Sem comentarios...
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Nao...
...nao abandonei o meu blog. Este holandes continua vivinho da Silva. Apenas nao me tem apetecido escrever. E o lado tecnico nao tem ajudado. Regresso iminente.
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
Ville-Lumiere!

Sim, era Paris.
Motivo: os franceses que fizeram Erasmus comigo em Darmstadt reuniram-se em Paris para uma jantarada de recordacoes. Entao que estava la eu a fazer? Pois, eu sempre fui tratado como Frances Honorario, porque alguns meses depois de estarmos em pleno Erasmus ainda havia alguns colegas que acreditavam que eu era frances.
E assim foi: chegaram colegas de Hamburgo, Haia, Milao e Paris, para um jantar na Rue Mouffetard. Claro que os de Paris demoraram muito mais tempo a chegar, por causa do transito.
Depois da habitual hesitacao para a escolha do restaurante, pusemos as tagarelices em dia. Depressa percebemos que ha qqcoisa em comum: directamente ou indirectamente, muita gente trabalha para a industria aeronautica francesa, vulgo Airbus. Segundo ponto, ha uma certa tendencia para andarmos com raparigas estrangeiras. Os que me conhecem ja sabem a minha anterior tendencia para o bloco de leste. O colega de Hamburgo com 1,98m vai casar com uma brasileira, um dos parisienses tinha acabado de se casar com uma georgiana, e outro anda com uma chinesa... Isto so pode querer dizer uma coisa: as nacionais devem andar com estrangeiros! Isto e que e o verdadeiro intercambio cultural. Se calhar e por isso que o LePen tem tanto sucesso por terras gaulesas.
Raparigas aparte, Paris e sempre Paris. Sozinho ou acompanhado, regressar a Paris e -para mim- regressar a casa. So la morei um par de meses, mas tenho la muitas recordacoes. Ver a torre Eiffel e o arco do triunfo? Deixo isso para os americanos endinheirados e os parzinhos de apaixonados. Paris e mais que isso. Pelo menos para mim.
[Cenas dos proximos capitulos]
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
On the way to....
...uma cidade com 2 piramides, e que nao fica no Egipto!
Aqui fica o enigma. Cenas dos próximos capitulos na próxima Segunda-feira...
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
Greve
Ca vou eu de manha, em passo pachorrento a caminho da paragem do Tram 9. La vejo um ao fundo... Correr? Para que... daqui a 5 minutos (literalmente) ha outro. Chego a paragem, e espero. 10 minutos passados, e nada. E so eu e outro gajo e que la estavamos. Ele agarra no telemovel, e passados 30 segundos diz em ingles: “nao ha trams, estao em greve”. As 9h da matina, tinha deixado de haver trams. E eu tinha ficado a olhar para o ultimo que passou antes da greve. Bom, toca de ir levantar dinheiro para apanhar um taxi, que aqui nao sao nada baratos. Pois e taxis? Ta de chuva. Entretanto aparece o Gustavo. “Greve? Qual greve? Ah...entao era isso que estava escrito naqueles papelinhos que eu vi ontem na paragem do tram....” Pois, e para estas alturas que da jeito saber holandes. Estava bom tempo, menos mal, e la fomos nos palminhar o caminho de Scheveningen ate a LaranjaElectronica. Meia hora a dar forte nos calcantes. Mas teve de ser, e por acaso, ate se fez bem. Pelo caminho, rogamos pragas a HTM, a carris ca do sitio, regalamos os olhos com as casas e os carros por onde passamos, um grupo de putos numa paragem perguntou-nos um numero de telefone de radiotaxis. Inocentes.... Mais a frente, acontecia a efemeride: alguem falou comigo em holandes, e eu percebi!!! Estavamos na Nieuwe Duinstraat, e ele tava a procura da Duinstraat normal. Pois, eu sabia que ja tinha passado por essa rua, so nao sabia de momento, onde era. Claro que lhe respondi em ingles, que ainda vai demorar uns bons meses ate eu conseguir dizer alguma coisa neste dialecto barbaro.
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
PC novo
Este PC caiu do ceu aos trambolhoes!
Pode ser um charuto comparado com o Vaio, mas permite-me ter um PC em casa e outra na LaranjaElectronica. E assim deixo de andar com mochila pra tras e para a frente. Comparado com o Vaio, isto parece um anao. O Vaio tem um ecran de 17’’,e este e um reles 14.1’’ Entao a nivel de resolucao, e a desgraca: 1280x800. Para quem se habituou a ter duas janelas de trabalho lado a lado no desktop, vai-se notar a diferenca. Mas a cavalo dado nao se olha o dente e nem tudo e mau. Este e um modelo recente, enquanto que o outro ja vai para 3 anos. Embora tenham a mesma frequencia de relogio, este novo bicho e um dual-core. Quem diria que o meu primeiro multiprocessador seria um portatil? Na realidade, fica ela por ela, porque o Vaio levou recentemente um upgrade e tem agora 2gigas de ram, e bomba nas horas. Pode ser um avozinho, mas e um avozinho com muito cabedal, e carregadinho de esteroides! E da uma surra em muitos dekstops que para aqui andam. Onde o bicho novo ganha e de facto no factor portabilidade: tem o tamanho de uma pagina A4, 3cms de grossura, e a bateria aguenta bem mais de 4h. Pelo menos enquanto e novo. E pobre no resto, mas por escolha do boss: 40 gb de disco, e uma placa grafica ranhosa. Conectividade wireless A,B e G, e –se o boss tivesse pedido, GSM/3G/HSPDA on-board. Reparei nisto quando ao tirar a bateria vi uma ranhura de um SIM card. Era bom demais. Ta ca a o sitio do SIM, mas o chip e a board nao. Pouco depois, descobri outra ranhura inusitada... E nao e que este bicho tem um leitor de smartcards out-of-the-box? Leitor de cartoes de memoria, nao, mas de smartcards, sim! Estes gajos sao malucos. E pela primeira vez na vida, tenho um cabo de fechadura kensington. Nao sei se me ira servir de muito, mas aqui esta.
Entretanto, o Vaio fica la em casa, no quentinho a fazer de mula o dia todo.